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Xeque-Mate
Por meio dos poemas de Fernando Pessoa (pelo seu heterônimo Álvaro de Campos), o ator Sidney Bretanha aborda o tema da AIDS trabalhado em um jogo de xadrez, contando a trajetória de cinco pessoas que convivem com o vírus HIV.
Iracemo – O portuga das índias
Monólogo com o ator Edson Cacimiro, que conta de forma divertida a história de Iracema, Martin e Moacir, do clássico livro de José de Alencar.
Ação Social
- 10% da bilheteria líquida arrecadada durante a temporada será doada à casa de Apoio Sol Nascente II (Lagoinha/SP).
- Divulgação de fotos de pessoas desaparecidas no verso dos ingressos, em parceria com a ONG Mães da Sé
Sobre a Cia

Criada no início de 2006, a Cia. de Teatro Reciclado surgiu com uma proposta diferenciada, objetivando levar conhecimento e cultura a espaços não-convencionais, por meio de espetáculos teatrais. A ideia é reciclar conceitos importantes da literatura inserindo e mesclando, de forma irreverente e lúdica, com temas da atualidade e de fácil absorção, que façam parte do nosso cotidiano.

Partindo dessa síntese, pensou-se em adaptar de forma contemporânea obras literárias exigidas nos vestibulares mais importantes do país, como FUVEST e UNICAMP. Com isso, foram criados espetáculos em salas de aula de diversas escolas de Ensino Médio, Pré-Vestibular e Faculdades dos Estados de São Paulo e Minas Gerais, encenados com elenco e cenário de modo a facilitar e aumentar o entendimento dos alunos e público em geral.


Devido ao sucesso desta proposta, que fazem parte peças como Alberto Caeiro, Iracemo– O portuga das índias, Xeque-Mate (Fernando Pessoa), Dom Iracema de Milícias, entre outras, a Cia. virou atração da Virada Cultural em 2007, angariando um público de mais de três mil pessoas, com espectadores de diferentes idades e culturas.

A peça Xeque-Mate, em especial, foi uma formulação inovadora da Cia. de abordar o tema da AIDS por meio dos poemas de Fernando Pessoa. Foram entrevistadas mais de 50 pessoas soropositivas para dar vida aos personagens portadores do vírus HIV, criando-se uma nova leitura onde fosse possível unir uma doença atual com a poesia. Sucesso de público, o espetáculo viaja o país estimulando milhares de pessoas a combater o preconceito e diminuir o índice de contaminação pela doença.


Outra conquista de destaque foi o espetáculo Holocausto, que conta a história verídica da difícil trajetória de um sobrevivente de 11 Campos de Trabalhos Forçados e Concentração no período da Alemanha Nazista. Este foi apresentado em espaços alternativos como praças, salões e quadras, e também em grandes instituições como o ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica) e o
Comando de Aviação do Exército. Além de atingir outro tipo de público, a peça obteve sucesso de crítica, com direito a premiação no Festival Nacional de Teatro de Varginha e representação de espetáculo brasileiro no Festival Internacional do Mindelo, em Cabo Verde – África.

Além de obter sucesso de público com temas impactantes, a Cia. é aberta para novas questões, ideias e novos olhares. Ao criar a comédia Loucura Centenária, como celebração dos 100 anos do Sport Club Corinthians Paulista, a peça viajou por diversas cidades arrancando gargalhadas e mostrando que esporte, história e teatro são possíveis. Assim como o espetáculo Chico, com um texto sublime e dramático, que conta a história do médium Chico Xavier pela visão de um maestro em crise, chegando a um embate emocionante.

A Cia. de Teatro Reciclado torna-se então um novo expoente de Teatro que, além de contribuir com a cultura e o incentivo à educação, conta com profissionais de renome na cena teatral, como Sídney Bretanha, Edson Cacimiro, Renato Scarpin, Luiz Carlos Tourinho e Gabriel Miziara, e também colabora para uma melhor qualidade de vida, doando alimentos à instituições idôneas que contribuem para diminuir a fome de crianças, idosos e pacientes terminais de diversas doenças.

Faça parte você também da história do teatro brasileiro, que mais inova com a cultura, a sociedade e a formação de público: a Cia. de Teatro Reciclado.
Peças
Iracemo – O portuga das índias
Monólogo com o ator Edson Cacimiro, que conta de forma divertida a história de Iracema, Martin e Moacir, do clássico livro de José de Alencar.
Xeque-Mate
Por meio dos poemas de Fernando Pessoa (pelo seu heterônimo Álvaro de Campos), o ator Sidney Bretanha aborda o tema da AIDS trabalhado em um jogo de xadrez, contando a trajetória de cinco pessoas que convivem com o vírus HIV.
Chico
Espetáculo dramático apresentado por Sídney Bretanha, que representa uma luta surda entre um maestro em crise, envolvido por conflitos e questionamentos, que chega a beirar à loucura. Busca mostrar a importância e destaque dados a Chico Xavier.
Holocausto
Espetáculo baseado no livro "O Leão da Montanha", de Arie Yarie, sobre um menino que sobreviveu a 11 Campos de Trabalho Forçado e Concentração na Alemanha Nazista. Com Sídney Bretanha no comando da história.
Agenda
Estréia em Março
IRACEMO – O PORTUGA DAS ÍNDIAS

Imprensa
 

 

Indicações
Stand Up "Engolindo sapo para um dia comer perereca", com Renato Scarpin
site

Mães da Sé - site

Companhia de Teatro Os Satyros - site

TPM Semanal - site

A Capa - site

Todos contra o preconceito - site

Blog do ator Edson Cacimiro - site

Ministério da Saúde - site

RK Studio Vocal - site

Radar HIV - site
  Contato
  Fones: (12) 8825-6595 e (11) 6261-9461
Nome:
Email:
Mensagem:

Xeque-Mate

Por meio dos poemas de Fernando Pessoa (pelo seu heterônimo Álvaro de Campos), a peça aborda o tema da AIDS, contando a trajetória de cinco pessoas que convivem com o vírus HIV, desmistificando e, ao mesmo tempo, esclarecendo as formas de contágio e o caminho trilhado por uma família sobrevivente (ou não) a todas as esperanças, dores e inquietações. Usando como cenário o jogo do xadrez, o espetáculo revela que a poesia de Álvaro de Campos continua viva e que pode ser repaginada, dando um novo e inquietante aspecto a uma das maiores preocupações dos tempos modernos.

No Reino do Xadrez, o Rei, que faz o papel de marido heterossexual, sucumbe aos desejos da carne procurando satisfazer seus anseios junto ao Bispo, uma travesti. Sem sequer saberem dos riscos que ambos correm, acabam transmitindo o vírus à Rainha, esposa do Rei. Este é o estopim para a violência emocional desencadeada pelo Cavalo, filho dos reis, que por meio das drogas também contrai o vírus.


A esperança resta somente à Torre, outro filho, que vê sua estrutura familiar desmoronar em decorrência desta doença que cada vez mais atinge as pessoas, não importando idade, opção sexual, crença ou raça. De forma intensa, esta peça tem como objetivo transformar pré-conceitos em valores que devem ser revisitados, ajudando a nós mesmos pensarmos em ações definitivas para diminuir o índice de contaminação do vírus HIV e também combater o preconceito tanto à doença como em relação à sexualidade.

Ainda, o espetáculo usa da alegoria carnavalesca para transformar as peças do jogo em cenário e figurino, feitos pelos talentosos Antônio Carlos Miranda e Carol Miranda. A adaptação e seleção dos poemas, bem como a atuação neste monólogo que desafia o ator a exercitar-se em 60 minutos de espetáculo e viver sentimentos que vão desde a loucura até a redenção, fica por conta de Sídney Bretanha.


FICHA TÉCNICA:
Texto Original: Álvaro de Campos (heterônimo de Fernando Pessoa).
Adaptação e seleção dos poemas: Sídney Bretanha.
Ator: Sídney Bretanha.
Duração: 60 minutos.
Cenário e Figurinos: Antônio Carlos Miranda e Carol Miranda.
Maquilagem: Sílvia Nóbrega.
Operadores de som e luz: Edson Cacimiro e Alex Ogawa.
Preparação Vocal - Jeller Filipe

Holocausto

Holocausto é um espetáculo baseado no livro “O Leão da Montanha”, de Arie Yaari, sobre um menino que sobreviveu a 11 Campos de Trabalho Forçado e Concentração na Alemanha Nazista.


Aos 17 anos, o jovem Arie Yaari sente a pressão do Nazismo que se firma no contexto histórico mundial. Judeus do mundo todo são perseguidos e humilhados. Com a tomada da Polônia pela Alemanha no dia 01 de setembro de 1939, inicia-se uma nova etapa de sua vida e da de seus familiares, que tentam a fuga temendo o pior. Pouco depois, no ano de 1940, Hitler exige, entre outras coisas, que cada família judia envie uma pessoa para Campos de Trabalhos Forçados por um período de 03 meses.


Dá-se início então ao sofrimento, lições de vida, medo e esperança do jovem Arie, que passa por diversos Campos na esperança de que a guerra acabe, e ele possa retornar ao lar e reencontrar sua família. Com o fim da guerra se aproximando, juntamente com um amigo, ele consegue fugir. Porém, tem que se aliar aos soldados russos para sobreviver e chegar em casa.


O foco da peça está além de carregar consigo os dados históricos e contar uma experiência carregada de histórias difíceis, por vezes terríveis. Este relato, escrito pelo próprio Arie que hoje reside no Brasil, serve para nos alertar sobre o perigo da intolerância, seja ela qual for. É um olhar para a História, e para reformularmos nossa própria história.


Ficha Técnica
Texto original: Arie Yaari.
Adaptação: Gabriel Miziara, Marina Vieira e Sídney Bretanha.
Direção: Gabriel Miziara.


Chico

A coluna dorsal desse texto dramático é a apresentação de uma luta surda entre um maestro em crise, envolvido por conflitos e questionamentos, beirando a loucura, e a importância e o destaque dados a Chico Xavier. Tudo mediado pela presença de Hermes, o músico.

Embalado em meio ao seu próprio drama pessoal, o personagem cumpre uma jornada, vivenciando todos os estágios que caracterizam um processo de crescimento: descrença, negação, ironia, curiosidade, constatação, respeito, pesquisa, tolerância, aceitação e encontro com a essência. O motivo que dá base a essa jornada é a vida e os feitos de Chico Xavier.

Cada uma das fases vividas pelo maestro é um impulso em direção ao conhecimento que se mostrará como o único mensageiro para o encontro com a verdade e a essência do que ele é e dos princípios em que acredita.

De um início cravado em sombras, a platéia é levada, passo a passo, à luz que será a significativa diferença em todas as vidas. E em todas as mortes também.

- Direção: Renato Scarpin
- Texto: Mauro Judice

 

Comunidade Peça Chico

Iracemo

A peça conta a história de Moacir, filho de Iracema e Martim, hoje com quase 40 anos e que vive às custas da história de amor de seus pais. Como não tem condições de fazer uma faculdade em Portugal, Moacir vende cosméticos, bijouterias, tudo pra juntar dinheiro e vir estudar no Brasil, onde há cota nas universidades e quer aproveitar-se disso, uma vez que é filho de Iracema. Então, ele passa a dar palestras, workshops, seminários, contando a história de amor que tornou seus pais inesquecíveis.

No formato de Stand Up Comedy, a peça mostra a história do clássico livro de José de Alencar (leitura obrigatória da Fuvest e Unicamp), de forma leve e bem humorada, repaginada, mas sem perder a veracidade e a essência do mesmo. Utilizando de músicas e comparações inusitadas, trazemos para os dias atuais uma demonstração fiel ao livro e, ao mesmo tempo, de fácil compreensão para o público.

FICHA TÉCNICA:
Texto Original: José de Alencar
Adaptação e Direção: Sídney Bretanha.
Ator: Edson Cacimiro.
Operadores de som e luz: Sídney Bretanha e Alex Ogawa.